domingo, 11 de julho de 2010
sábado, 10 de julho de 2010
quinta-feira, 1 de julho de 2010
quarta-feira, 23 de junho de 2010
segunda-feira, 21 de junho de 2010
às vezes é trágico
Mais um dia que acabou
Um dia calmo, indolente
E esta pessoa que sou
Sufoca, arde impaciente.
É uma quietude perdida
Uma agitação crescente
Que enche a alma, dorida
Que chora de raiva ardente.
E na garganta se prende
Este nó que vai crescendo
Que me fere, que me exaure
Numa dor que não entendo.
E esta fúria que não pára
Que a quietação apagou
Esta irritação insana
Nesta pessoa que sou,
Tem de recuar, de fingir,
De serenar, aquietar
De disfarçar, de sorrir...
E outro dia começar.
Celeste Pereira
in Bordar a Vida
Um dia calmo, indolente
E esta pessoa que sou
Sufoca, arde impaciente.
É uma quietude perdida
Uma agitação crescente
Que enche a alma, dorida
Que chora de raiva ardente.
E na garganta se prende
Este nó que vai crescendo
Que me fere, que me exaure
Numa dor que não entendo.
E esta fúria que não pára
Que a quietação apagou
Esta irritação insana
Nesta pessoa que sou,
Tem de recuar, de fingir,
De serenar, aquietar
De disfarçar, de sorrir...
E outro dia começar.
Celeste Pereira
in Bordar a Vida
sexta-feira, 18 de junho de 2010
quarta-feira, 16 de junho de 2010
7
Terror de te amar num sítio tão frágil como o mundo
Mal de te amar neste lugar de imperfeição
Onde tudo nos quebra e emudece
Onde tudo nos mente e nos separa
Sophia de Mello Breyner Andresen
Mal de te amar neste lugar de imperfeição
Onde tudo nos quebra e emudece
Onde tudo nos mente e nos separa
Sophia de Mello Breyner Andresen
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