Seja o que for
Será bom.
É tudo.
Daniel Faria
in Poesia
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segunda-feira, 1 de novembro de 2010
quinta-feira, 27 de maio de 2010
domingo, 16 de maio de 2010
DESacoitas-me
Espero por ti e já é tarde
Petrifico e choro e já é tarde
Apenas os versos são de mármore
É líquido o mais e dói-me a sede
Deste fogo aceso que não arde.
Daniel Faria
in Poesia
Petrifico e choro e já é tarde
Apenas os versos são de mármore
É líquido o mais e dói-me a sede
Deste fogo aceso que não arde.
Daniel Faria
in Poesia
segunda-feira, 19 de abril de 2010
Precisava da tua sombra sobre a minha sombra
Precisava falar-te ao ouvido
De manter sobre a rodilha do silêncio
A escrita.
Precisava dos teus joelhos. Da tua porta aberta.
Da indigência. E da fadiga.
Da tua sombra sobre a minha sombra
E da tua casa
E do chão.
Daniel Faria
in Poesia
De manter sobre a rodilha do silêncio
A escrita.
Precisava dos teus joelhos. Da tua porta aberta.
Da indigência. E da fadiga.
Da tua sombra sobre a minha sombra
E da tua casa
E do chão.
Daniel Faria
in Poesia
sexta-feira, 16 de abril de 2010
enxugar os olhos por rever-te
Se o regresso abrir o pesponto
Da nossa boca fechada
Se o silêncio for quebrado
Por chamar-te
E se enxugar os olhos por rever-te
Daniel Faria
in Poesia, excerto do poema O regresso dos rios da Babilónia
Da nossa boca fechada
Se o silêncio for quebrado
Por chamar-te
E se enxugar os olhos por rever-te
Daniel Faria
in Poesia, excerto do poema O regresso dos rios da Babilónia
terça-feira, 16 de março de 2010
3
Procuro entender como é que moldas
Os meus pés ao equilíbrio que os desloca no chão
Sei que és tu que me levantas
Que remendas o meu corpo cada dia
execerto de um poema de Daniel Faria
in Poesia
Os meus pés ao equilíbrio que os desloca no chão
Sei que és tu que me levantas
Que remendas o meu corpo cada dia
execerto de um poema de Daniel Faria
in Poesia
terça-feira, 9 de março de 2010
2
Amo-te como um planeta em rotação difusa
E quero parar como o servo colado ao chão.
Frágil cerâmica de poros soprados no teu hálito
Vasilha que ergues em tua mão de oleiro
Cálice que não pudeste afastar de ti.
Daniel Faria
in Poesia
E quero parar como o servo colado ao chão.
Frágil cerâmica de poros soprados no teu hálito
Vasilha que ergues em tua mão de oleiro
Cálice que não pudeste afastar de ti.
Daniel Faria
in Poesia
sábado, 27 de fevereiro de 2010
30 dias
O QUE DÓI
É NÃO PODER APAGAR A TUA AUSÊNCIA
E repetir dia após dia os mesmos gestos
O que dói
É o teu nome que ficou como mendigo
Descoberto em cada esquina dos meus versos
O que dói
É tudo e mais aquilo que desteço
Ao tecer para ti novos regressos
Daniel Faria
in Poesia
É NÃO PODER APAGAR A TUA AUSÊNCIA
E repetir dia após dia os mesmos gestos
O que dói
É o teu nome que ficou como mendigo
Descoberto em cada esquina dos meus versos
O que dói
É tudo e mais aquilo que desteço
Ao tecer para ti novos regressos
Daniel Faria
in Poesia
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
1
Amo-te no imenso tráfego
Com toda a poluição no sangue.
Exponho-te a vontade
O lugar que só respira na tua boca
Ó verbo que amo como a pronúncia
Da mãe, do amigo, do poema
Em pensamento.
Com todas as ideias da minha cabeça ponho-me no silêncio
Dos teus lábios.
MOLDA-ME A PARTIR DO CÉU DA TUA BOCA
PORQUE PRESSINTO QUE POSSO OUVIR-TE
NO FIRMAMENTO.
Daniel Faria
in Poesia
Com toda a poluição no sangue.
Exponho-te a vontade
O lugar que só respira na tua boca
Ó verbo que amo como a pronúncia
Da mãe, do amigo, do poema
Em pensamento.
Com todas as ideias da minha cabeça ponho-me no silêncio
Dos teus lábios.
MOLDA-ME A PARTIR DO CÉU DA TUA BOCA
PORQUE PRESSINTO QUE POSSO OUVIR-TE
NO FIRMAMENTO.
Daniel Faria
in Poesia
domingo, 21 de fevereiro de 2010
Confidência
Nas pálpebras
da noite
Chorei
cadências
que me ensinaram
que o Amor Ama-se
Assim teus
Olhos.
Daniel Faria
in Poesia
da noite
Chorei
cadências
que me ensinaram
que o Amor Ama-se
Assim teus
Olhos.
Daniel Faria
in Poesia
sábado, 20 de fevereiro de 2010
Procuro
Procuro o lento cimo da transformação
Um som intenso. O vento na árvore fechada
A árvore parada que não vem ao meu encontro.
Chamo-a com assobios, convoco os pássaros
E amo a lenta floração dos bandos.
Procuro o cimo de um voo, um planalto
Muito extenso. E amo tanto
A árvore que abre a flor em silêncio.
Daniel Faria
in Poesia
Um som intenso. O vento na árvore fechada
A árvore parada que não vem ao meu encontro.
Chamo-a com assobios, convoco os pássaros
E amo a lenta floração dos bandos.
Procuro o cimo de um voo, um planalto
Muito extenso. E amo tanto
A árvore que abre a flor em silêncio.
Daniel Faria
in Poesia
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
Poderia
Poderia ter escrito a tremer de respirares tão longe
Ter escrito com o sangue.
Também poderia ter escrito as visões
Se os olhos divididos em partes não sobrassem
No vazio de ceguez
E luz.
Poderia ter escrito o que sei
Do futuro e de ti
E de ter visto no deserto
O silêncio, o fogo e o dilúvio.
De dormir cheio de sede e poderia
Escrever
O interior do repouso
E ser faúlha onde a morte vive
E a vida rompe.
E poderia ter escrito o meu nome no teu nome
Porque me alimento da tua boca
E na palavra me sustento em ti.
Daniel Faria
in Poesia
Ter escrito com o sangue.
Também poderia ter escrito as visões
Se os olhos divididos em partes não sobrassem
No vazio de ceguez
E luz.
Poderia ter escrito o que sei
Do futuro e de ti
E de ter visto no deserto
O silêncio, o fogo e o dilúvio.
De dormir cheio de sede e poderia
Escrever
O interior do repouso
E ser faúlha onde a morte vive
E a vida rompe.
E poderia ter escrito o meu nome no teu nome
Porque me alimento da tua boca
E na palavra me sustento em ti.
Daniel Faria
in Poesia
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